(Ísis Nóbile Diniz, Revista Época, nº 515 - Março de 2008)Análise crítica: De uma maneira clara, a autora explica que as embalagens não precisam tornar-se vilãs na contribuição da poluição e conseqüentemente no aumento do aquecimento global. Basta que todos tenham consciência, participem e incentivem o aumento da reciclagem do lixo (resíduos sólidos). Converge com dados conhecidos em relação à posição de destaque do Brasil na reciclagem de alumínio. Mostra de modo esclarecedor a diferença da seriedade com que é tratada a implantação da prática de reutilização de material seletivo nos países europeus e no Brasil, principalmente ao colocar parâmetros demonstrativos tal qual, a cidade de Barcelona recicla dez vezes mais que a cidade de São Paulo. Cabe aos gestores organizarem-se implantando aqui, assim como na Europa, práticas que estimulem todos a separar e depositar o lixo, fornecendo serviços de coleta seletiva eficiente e leis de responsabilidade sobre o lixo produzido pelas empresas e sua reutilização, ajudando com isso a preservação de nosso planeta.


